RESUMO
O exame de fezes oferece subsídios valiosos para o clínico, quando
criteriosamente solicitado e bem executado pelo laboratório. Assim
a análise deverá ser pedida, seguindo a finalidade a que se destina.
O exame de fezes está dividido entre o parasitológico de fezes,
a cultura de fezes ou coprocultura e o coprológico funcional,
que é o tema do presente trabalho. O coprológico funcional compreende
o estudo das funções digestivas do trato gastrintestinal e das
glândulas digestivas anexas: verificação funcional gástrica, biliar,
pancreática e intestinal, através de restos digestivos. Este exame
abrange a análise física, química, macroscópica e microscópica
das fezes, cujos resultados permitem estabelecer as determinadas
síndromes e disfunção do aparelho digestivo.
LISTA DE FIGURAS
FIGURA 01 - Aspecto das fezes em diferentes síndromes
FIGURA 02 - Tecido conjuntivo
FIGURA 03 - Restos de tecido conjuntivo
FIGURA 04 - Restos de carne sem digerir tecido adiposo e conectivo
FIGURA 05 - Fibras musculares sem digerir
FIGURA 06 - Fibras musculares digeridas
FIGURA 07 - Tecido conjuntivo
FIGURA 08 - Quantidade normal de Gorduras
FIGURA 09 - Quantidade anormal de Gorduras
FIGURA 10 - Cristais e acúmulos de ácido graxos
FIGURA 11 - Sabão em forma de círculos verde com reativo de Hecht
FIGURA 12 - Amido intracelular, em presença de lugol
FIGURA 13 - Amido amorfo, em presença de lugol
FIGURA 14 - Amido cru, em presença de lugol
FIGURA 15 - Celulose digestível
FIGURA 16 - 1) esporo vegetal; 2) amido; 3) cutícula; 4) pêlo
vegetal
FIGURA 17 - 1) ovo de ascaris lumbricóides; 2) esporo vegetal;
3) anel vascular;4) grumo de sabão; 5) esporo de fruto
FIGURA 18 - Bactérias iodófitas e amido cru
FIGURA 19 - Cristais de ácidos graxos
FIGURA 20 - Cristais de fosfato amoníaco-magnesiano
FIGURA 21 - Cristais de oxalato de cálcio
FIGURA 22 - Cristais de Charcot-Leyden
FIGURA 23 - Cristais de hematoidina
FIGURA 24 - Cristais de bismuto
FIGURA 25 - Muco
FIGURA 26 - Leucócitos
FIGURA 27 - Células intestinais
FIGURA 28 - Escala indicadora de papel universal - Merck
SUMÁRIO
RESUMO
INTRODUÇÃO
1. JUSTIFICATIVA
2. OBJETIVOS
2.1. Objetivo Geral
2.2. Objetivos Específicos
3. METODOLOGIA
4. RESULTADOS
4.1. Regime Alimentar
4.2. Coleta das Fezes
4.3. Exame físico
4.3.1. Peso
4.3.2. Consistência
4.3.3. Aspecto
4.3.4. Forma
4.3.5. Cheiro (Odor)
4.3.6. Cor
4.3.7. Viscosidade
4.3.8. Muco
4.3.9. Sangue
4.4. Exame Macroscópico
4.4.1. Tecido Conjuntivo
4.4.2. Fibras Musculares
4.4.3. Gordura
4.4.4. Detritos Vegetais
4.4.5. Cálculos
4.4.6. Areia Intestinal
4.4.7. Falsa Areia Intestinal
4.4.8. Corpos Estranhos
4.5. Exame Microscópicos
4.5.1. Resíduos Alimentares de Origem Animal
4.5.1.1. Fibras musculares
4.5.1.2. Tecido Conjuntivo
4.5.1.3. Gorduras
4.5.2. Resíduos Alimentares de Origem Vegetal
4.5.2.1. Amido
4.5.2.2. Celulose
4.5.2.3. Flora iodófila
4.5.2.4. Cristais
4.5.3 Resíduos de Origem Intestinal
4.5.3.1. Muco
4.5.3.2. Hemácias
4.5.3.3. Leucócitos e Piócitos
4.5.3.4. Células intestinais
4.6. Exame Químico
4.6.1. Pesquisas
4.6.1.1 pH (reações)
4.6.1.2. Sangue oculto
4.6.1.3. Substâncias Redutivas (açucares)
4.6.1.4. Pigmentos Biliares
4.6.1.5. Proteínas
4.6.1.6. Muco
4.6.2. Dosagens
4.6.2.1. Dosagem dos ácidos orgânicos totais
4.6.2.2. Dosagem dos ácidos aminados e amoníaco
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS